Minha experiência na Semana Criativa de Tiradentes

A convite do Westwing, participei da Semana Criativa de Tiratendes nos dias 16 a 21 de Outubro. Logo que recebi o convite, fiquei super animada – sempre quis conhecer Tiradentes e tinha ouvido falar muito bem da Semana Criativa, que está na sua terceira edição. Logo, a cidade já estava na minha lista de roteiros do design!

Foto: Edu Castello
Foto: Helena Leão

E mesmo já tendo lido muita coisa sobre a Semana Criativa, me surpreendi com o clima e a energia boa que invade a cidade! Uma turma do design brasileiro, muitos arquitetos, designers de interiores e estudantes se juntam à artesãos locais para celebrar o artesanato brasileiro com exposições, palestras e talks. E tudo acontece de uma forma leve, descontraída, como um grande encontro entre amigos.

Visitei alguns ateliês e escutei artesãos contarem sobre o processo criativo e as emoções que os ligam à cada peça. Ouvi como a Semana Criativa de Tiradentes transformou a vida de muitos, proporcionando trocas de experiências com grandes arquitetos e designers, resultando em novas técnicas e peças que ganharam o mundo e destaque Brasil afora.

O artesão Rondinelly Santos e algumas de suas criações especialmente para a Semana

O resultado foi uma Semana inspiradora que emocionou muita gente (me incluo nessa lista, sem dúvidas) e um aprendizado sobre a cultura brasileira.

E o Westwing foi parte essencial para o sucesso da Semana Criativa. Com um Hub recheado de arte e design (bancos e puffs do designer mato-grossense Sergio Matos, muitos painéis de cordas – material típico utilizado pelo designer – uma placa entalhada em madeira num trabalhado impecável de um talentoso artesão (o Rondinelli, um caso a parte de simpatia e talento) e muitos livros publicados pela Editora Olhares, o espaço foi palco de vários talks, como o de Mauricio Arruda, que bateu um papo sobre seu livro e experiências à frente do programa Decora (GNT). A artesã e super mente criativa Lu Gastal também esteve por lá contando sobre sua história, seu livro e inspirando muita gente.

Esticando um pouco, fomos também à Bichinhos conhecer a Oficina de Agosto. E a visita vale muito a pena! Além do artesanato incrível, lindo, colorido e alegre, quem tiver a oportunidade não deixe de conhecer o Toti, fundador da Oficina. Nós tivemos o privilégio de tomar um café delicioso com ele numa parte especial da Oficina e escutar histórias boas sobre uma jornada transformadora de São Paulo à Minas Gerais.

Foi uma Semana que vai ficar na memória. Uma imersão na cultura e artesanato brasileiro. Mais uma vez, muito obrigada Westwing pelo convite – foi uma honra e uma alegria fazer parte dessa Semana com vocês!

Alguns clicks especiais:

Grupo maravilhoso que me acompanhou nesses dias! Da direita para esquerda: Miranda, nosso guia local, Edu Castello e Maysa Bonissoni; Newtown Lima, Chris Campos, Guta Nascimento, Bruna Galliano, Naimith Lino e Camila, do Westwing.
Admirando a arte da Oficina de Agosto
Ainda na Oficina de Agosto
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3 ideias de como harmonizar o revestimento da parede, a cabeceira e o criado-mudo

A combinação entre o revestimento da parede, a cabeceira e o criado-mudo é essencial para transformar um ambiente de descanso em um quarto aconchegante e cheio de personalidade. Mas, com tantas possibilidades de materiais, nem sempre é fácil harmonizar esses três itens a fim de conquistar uma decoração harmônica e com muito estilo.

Para te ajudar na busca do trio ideal, a arquiteta Ana Yoshida, do escritório Ana Yoshida Arquitetura e Interiores, apresenta algumas possibilidades interessantes de combinações de cores, texturas e estilos para quem busca  criar um quarto com uma decoração leve e especial.

  1. Madeira

Na arquitetura e decoração, a madeira é conhecida por aquecer os ambientes e oferecer muito aconchego e sofisticação. Além disso, é um material versátil, perfeito para fazer combinações e alcançar diferentes estilos e propostas para o quarto.

Para quem deseja criar um ambiente estiloso e aconchegante, Ana indica apostar na madeira para compor o trio perfeito. “É um material que vai muito bem para compor a cabeceira e o criado-mudo. Além disso, ele combina muito com tonalidades como branco e cinza”, conta a arquiteta.

Em um de seus projetos, a madeira freijó segue por toda a parede para compor a cabeceira, levando charme e sofisticação ao espaço. No criado-mudo, a arquiteta propôs uma mistura clássica, priorizando um modelo no tom de branco, feito em marcenaria (Ed Lucas).

Já nas paredes, o papel (Golden Blue) contempla desenhos floridos e traz um tom perfeito para o descanso. “Essa mistura equilibrada entre as cores básicas e a madeira resultou em um quarto bonito e relaxante. Missão cumprida”, revela Ana.

Já neste outro ambiente, a madeira é a grande protagonista do quarto. Em marcenaria, ela engloba a cabeceira, o criado-mudo e uma estante para livros e objetos decorativos.  Nos demais, os tons básicos aparecem nas paredes e roupa de cama. “A cabeceira serve de apoio para a estante o criado-mudo, fazendo com que tudo seja um elemento único muito harmônico”, conta.

2. Parede é o destaque!

Outra proposta de harmonização do quarto é investir em uma parede em evidência. “Para destacá-la, vale apostar em uma pintura diferente, em um papel de parede ousado ou até mesmo em um quadro bacana”, indica Ana.

Neste ambiente, o desenho do papel de parede compõe muito bem com a cabeceira e criado-mudo. A fotografia, que aspira muita tranquilidade, também caiu super bem no projeto e em toda a composição.

3. Rústico

Sempre em alta, o estilo rústico é sucesso na decoração e compõe muito bem no quarto, já que oferece um visual intimista e charmoso. “Os tijolos aparentes são um ótimo recurso para quem deseja criar um refúgio dentro de casa”, explica Ana Yoshida.

Marcado pelos tijolinhos na parede, este quarto apresenta uma mistura rústica e chique. “Os tijolos de demolição foram cortados pela metade, um a um, ficando com uma espessura menor e, assim, revestimos a parede principal”, diz Ana. Os demais elementos, como a cabeceira e criado-mudo, também contribuem para o clima intimista, todos em um tom neutro, mas seguindo um modelo contemporâneo.

Fotos: Evelyn Muller

Minha gravidez no Canada

O Arthur fez 3 meses essa semana! E como passou rápido! Há muito tempo queria compartilhar com você minha experiência de gravidez no Canadá e o começo da maternidade, mas faltava tempo para deixar registrado por aqui. Essa rotina do comecinho (se é que podemos chamar de rotina) é super puxada, ainda mais para uma mamãe de primeira viagem :)

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Vamos lá, puxa uma cadeira aí que a história é longa! Rs

Antes deixa eu te explicar rapidinho sobre o sistema de saúde canadense para voce entender melhor a história. Aqui existe um médico de família chamado “family doctor” e é a ele que vamos num primeiro momento, em qualquer caso. Ele te analisa e só se houver necessidade, te encaminha para um especialista. Com a gravidez não é diferente – a gente só é encaminhada para uma obstetra após 3 meses, quando o risco de aborto natural é menor e a gravidez já “firmou”. E nem adianta pular etapas e ir direto a uma ginecologista por conta própria porque ele não atende sem uma carta de referência do family doctor.

Gravidez no Canadá

Comigo foi assim – logo que descobri que estava grávida marquei consulta com meu médico da família. Ele me pediu exame de sangue e urina, que fiz na hora, no próprio consultório, para confirmar a gravidez. Em seguida perguntou se eu gostaria de  ser acompanhada por uma ginecologista obstetra ou por uma midwife. Respondi  “ginecologista” e achei que seria tudo muito simples – ele faria a tal carta de recomendação e depois de três meses eu teria minha primeira consulta com a médica. Mas não foi bem assim. 

Tive alguns sangramentos nesse trimestre inicial. Voltei ao family doctor algumas vezes e como ele sempre dizia que era normal (sangramentos são mesmo muito comuns no início da gravidez), resolvi ir ao hospital por conta própria. Por la, por causa das cólicas que andava sentido, resolveram fazer um ultra-som endovaginal e, graças a Deus, estava   mesmo tudo bem.

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No terceiro mês finalmente (imagina a ansiedade) conheci a médica! Um doce de pessoa que gostei desde o princípio. Mas logo nos primeiros exames de rotina fomos surpreendidos com uma notícia que me deixou muito triste e preocupada – a de que existia uma taxa alta de AFP no meu sangue… AFP é uma proteína produzida somente pelo feto e taxas altas dessa proteína no sangue da mãe podem significar um problema gravíssimo no bebê (desde alguma Síndrome até um problema de má formação genética). Meu mundo desabava a cada palavra que a médica falava sobre essa tal AFP…

Foram dias bem difíceis.. fiz outro exame de sangue e fui encaminhada então para uma equipe de especialistas em genética. Lá me pediram, além de um ultra-som mais detalhado, um exame do líquido aminiotico (é um exame que põe uma agulha no útero e “puxa” o líquido que esta la para ver se o problema é mesmo no bebê ou no sangue da mãe). Se dói? E como! Mas só pensava no meu bebê, o que diminuía qualquer dor… Foram mais duas semanas de nervoso e ansiedade  até sair o resultado: não era nada com o bebê e sim com minha placenta, que não estaria “funcionando” muito bem. Fiquei bem mais aliviada! 

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A equipe da genética então se despediu e me encaminhou para um especialista em placenta. E começou outra bateria de exames, mas dessa vez eu estava mais calma.

Depois de um longo ultra-som, o especialista em placenta me explicou que eu tinha o menor dos menores dos problemas mas que, resumindo a história, muito provavelmente eu não conseguiria completar as 40 semanas de gravidez.  Mas o que importava era que o bebê estava super bem! 

Finalmente voltei para a ginecologista. Ela então me disse que, por causa da minha placenta, minha gravidez seria feita de metas. E que a primeira meta seria completar 28 semanas. Se precisasse, ela faria o parto antes das 40 semanas para o bem do bebê (era como se a placenta não tivesse passando a quantidade necessária de nutrientes para o bebê, o que poderia fazer com qque ele não se desenvolvesse no tempo certo). Passei a fazer ultra sons a cada 15 dias e a vê-la também a cada 15 dias. Fui classificada como uma gravidez de risco (só para você ter ideia, aqui no Canadá para uma gravidez “normal” só é pedido  dois ou três ultra sons). 

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Apesar de toda a ansiedade quinzenal, passei a me sentir mais tranquila, afinal, se alguma coisa desse errado (se o bebê não estivesse dentro do gráfico esperado de crescimento), o máximo que poderia acontecer era um parto prematuro. Fez as contas? Só consegui me sentir “tranquila” após a 28ª semana de gravidez… mas estava feliz e me sentindo muito bem amparada pelo sistema de saúde. Só consegui voltar a fazer coisas simples como pensar no nome do meu filho ou planejar o enxoval depois da 28º semana do bebê…

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Ah, eu já sabia desde o início que era um menino. Apesar de aqui só falarem o sexo na décima semana, eu aproveitei uma ida ao Brasil no comecinho da gravidez e fiz exame de sangue para descobrir o sexo.

Voltando a história. Estava tudo indo bem. Só que quando completei a 33ª semana comecei a ter pressão alta e a tomar remédio para controlar a pressão (na verdade era o probleminha da placenta já anunciado lá no comecinho).

Na 35ª semana, a médica achou melhor monitorar ainda mais de perto o crescimento do bebê. Passei a ir ao hospital duas vez por semana, toda terça e sexta. Fazia um exame chamado NST (Non Stress Test) para checar minha pressão e os batimentos cardíacos do bebê e um ultra-som com Doppler para ver como estava o líquido da placenta.

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Essa rotina só durou duas semanas… Arthur mostrou um crescimento lento, minha pressão atingiu o limite para grávidas e a médica decidiu fazer o parto com 37 semanas. Era uma pré eclampsia. Marcamos a cesárea.

Eu estava muito nervosa! Mas no dia 10 de setembro, Arthur nasceu cheio de saúde, sem nenhuma complicação! Foram só dois dias de UTI para melhorar a respiração dele. A cirugia foi um sucesso! Depois de 5 dias no hospital, minha pressão voltou ao normal e estávamos prontos para ir para casa.

Foi uma gravidez tumultuada, pautada por um misto de medo, ansiedade e ao final, por um sentimento de vitoria e gratidão à Deus. 

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Não tenho do que reclamar do sistema de saúde canadense. O que tenho para dizer? Eles não fazem rodeios para dar uma notícia. São muito objetivos. Tenho amigas brasileiras que engravidaram aqui e sentiram falta de uma quantidade maior de ultra-sons,  comparado com o Brasil. Mas o que percebi é que aqui, no menor sinal de problema, mesmo que seja uma  hipótese bem pequena, eles vão investigar a fundo e fazer todos os exames necessários. Mas só se houver necessidade. Aqui não tem muito essa história de “rotina”.

È bem diferente do Brasil. Fora as diferenças na maternidade. Em geral, me senti muito bem acompanhada, entendi todas as hipoteses levantadas e o motivo dos exames. Tenho muito o que agradecer à Deus e aos médicos que me atenderam e cuidaram da minha familia. Arthur está lindão e crescendo a cada dia! Estou amando ser mãe e as descobertas da maternidade… e já temos muito assunto para uma próxima matéria :)

Minha gravidez no canada

Gravidez no canada

Apartamento pequeno traz estilo rústico sem abrir mão do conforto

No 21° andar de um edifício localizado em São Paulo, o arquiteto Pietro Terlizzi criou para esse apartamento pequeno, 51 m², um projeto rústico e aconchegante.

A planta original, que já contava com a cozinha americana, foi modificada para integrar os espaços. A parede que dividia o segundo quarto e a sala foi substituída por painéis de correr produzidos com marcenaria e acabamento padrão aço corten. Essa solução abre o atual home office para a área social.

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A varanda também se uniu à sala depois da remoção da esquadria original, do nivelamento do piso e do envidraçamento da sacada. “A integração dos espaços foi fundamental para termos um ambiente bem mais amplo e agradável”, comenta o arquiteto.

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O morador queria um apartamento masculino com elementos que lembrassem as cidades por onde passou – Nova York, nos Estados Unidos, e Barcelona, na Espanha. O arquiteto optou, então, por usar materiais rústicos como madeira de demolição, bricks e estruturas de serralheria.

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A cozinha conta com marcenaria em cinza chumbo e azulejos de metrô. A bancada com tampo de madeira tem a frente revestida por textura de cimento queimado, assim como as paredes do estar. Sobre ela, a prateleira de peroba rosa de demolição funciona como suporte para os pendentes.

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No quarto, as prateleiras de madeira de demolição e estrutura metálica, assim como a estante de nichos, exibem objetos que contam a personalidade do morador. As portas semi espelhadas do armário têm a função de aumentar visualmente o espaço.

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E no banheiro, pastilhas hexagonais em cinza revestem toda as paredes e o piso. Assim como o revestimento, o tampo de madeira de demolição acompanha o estilo do décor.

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“O morador se sente em um apartamento maior do que os seus 51 m² e revive a memória afetiva das cidades onde morou. Os acabamentos e decoração fazem dele um apartamento moderno e aconchegante”, resume o arquiteto.

Fotos: Guilherme Pucci

Ambientes integrados e décor com toques retrô e industriais – conheça esse apê em SP

Com 73,5 m², o apartamento no bairro paulistano da Mooca oferecia uma planta compartimentada que não atendia o estilo de vida da jovem moradora, na faixa dos 30 anos. A cozinha em estilo corredor era muito pequena e ficava apertada entre as paredes, a varanda era totalmente separada da sala por uma porta e o espaço da churrasqueira era mal aproveitado.

A principal tarefa do arquiteto Bruno Moraes, do escritório Bruno Moraes Arquitetura, foi integrar cozinha, sala de estar e varanda de um modo que os espaços dialogassem entre si. “Além da impressão de amplitude gerada pela integração, esses ambientes tinham funções conectadas no dia a dia. Fazia todo sentido criar um único ambiente e explorar melhor o potencial desses espaços”, comenta o profissional.

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O primeiro passo foi analisar quais paredes poderiam ser demolidas. Os pilares e estruturas que não podiam ser removidos foram disfarçados com fechamentos de gesso ou nichos, como na parede entre a cozinha e a varanda, que ganhou uma estante embutida. Depois, todo o piso foi nivelado e agora a área integrada soma 43 m².

A conexão visual entre os ambientes também foi prioridade na escolha dos revestimentos e no projeto luminotécnico. A cliente queria interiores contemporâneos com alguns toques retrô e elementos industriais. Assim, no teto da varanda, sala e cozinha foi aplicada uma textura com efeito de concreto aparente que criou uma atmosfera mais aconchegante. Seguindo o princípio da unidade, o mesmo porcelanato reveste o piso de toda a área social.

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O projeto de iluminação mescla luminárias de embutir e trilhos eletrificados. “A opção do trilho dá flexibilidade ao layout. Se com o tempo a moradora quiser trocar o sofá ou acrescentar mais uma poltrona, é possível correr os spots e direcionar para a posição desejada, além de aumentar ou diminuir a quantidade de pontos de luz no trilho”, explica o arquiteto. As lâmpadas têm a mesma temperatura de cor em todos os ambientes – assemelhando-se mais à luz do dia e trazendo uma atmosfera de aconchego.

Para o efeito tijolinho, o brick da Lepri, aplicado na parede da entrada, contribui para a sensação de acolhimento no apê. A escolha proporciona um contraponto com os tons claros da cozinha e forma o fundo perfeito para a poltrona Eames com pufe em couro natural.

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A bancada da cozinha é revestida com tijolinhos esmaltados brancos e o tampo de quartzo não tem rebaixo para o frontão. O quadro do famoso submarino amarelo, eternizado pelos The Beatles, e o suporte lúdico de boneco trazem o décor para a temática jovem. A ilha gourmet, por sua vez, se tornou o lugar mais badalado do apê quando a moradora recebe os amigos: em volta dela, eles cozinham juntos enquanto tomam uma taça de vinho. Para os armários o arquiteto escolheu o revestimento em laca preta fosca.

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Na sala, a paleta de cores sóbria ganha vida com as estampas geométricas do tapete e das almofadas. O mobiliário do estar tem papel importante na integração dos ambientes. O móvel da TV que nasce ali se transforma na bancada do home office e termina na varanda como um armário, que esconde a máquina de ar condicionado.

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A área da churrasqueira é revestida com subway tiles em preto, mesma cor do trio de pendentes e das cadeiras em volta da mesa oval. O cacto vistoso e os vasinhos de plantas renovam as energias do espaço.

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Os mesmos azulejos escuros da varanda aparecem nos box e, junto com os espelhos modernos, compõem o ar jovial dos banheiros. No dormitório, predomínio dos tons cinzas presente no pequeno criado mudo, porta dos armários e no enxoval.

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Ficou demais, amamos esse apê!

Fotos: Luis Gomes

 

Apartamento moderno e com estilo industrial

Nosso Home Tour é por um apartamento moderno e com estilo industrial, idealizado para um casal com dois filhos pequenos, em São Paulo.

O projeto, assinado pelas arquitetas Fabiana Silveira e Patricia de Palma, da SP Estudio, destaca peças de design e elementos rústicos num design clean mas com pinceladas de cores em razão das crianças – um pedido dos moradores, segunda as arquitetas.

A varanda, espaço concorrido da casa, ganhou um jardim vertical deixando a area ainda mais acolhedora, e um cantinho para home office, aproveitando bem o espaço.
As arquitetas também pensaram em uma estante industrial de vergalhão que atendesse uma necessidade dos moradores de dispor de um canto de leitura, mas sem criar um ambiente com cara de biblioteca.
Acompanhe nosso tour:
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O quarto das crianças ganhou o tema “Universo”, onde a beliche branca foi preenchida com almofadas coloridas e ganhou um teto com adesivo vinílico com a imagem do espaço sideral. As crianças amam!
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Fotos Cacá Bratke

 

 

Veduta Residencial – minha visita ao condomínio em Jundiai

Já havia mostrado por aqui algumas fotos do Veduta Residencial, condomínio fechado e de alto padrão em Jundiaí, SP, mas agora tive o prazer de visitar e conhecer pessoalmente as casas e toda a estrutura do Veduta Residencial. E claro que queria contar para vocês minhas impressões pessoais sobre o local e toda minha experiência dessa visita, que rendeu fotos maravilhosas.

Saí de São Paulo (do bairro Jardins, mais especificamente) por volta de 8h da manhã. Às 9:30 já estava na porta do condomínio. A entrada é de surpreender! Não só pela imponência mas por toda a segurança – só entram carros com tags e pessoas cadastradas, a segurança é 24h. A equipe de vendas me contou que existem 130 cameras espalhadas ao longo do condomínio e que os seguranças são treinados mensalmente para reconhecer os moradores.

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Vista de dentro do Residencial (para a entrada principal)

Depois da entrada, damos numa rua principal, por onde saem os residenciais. O paisagismo do condomínio é maravilhoso! É cuidado pelo próprio Residencial, o que garante que tudo esteja sempre bem cuidado e verdinho. Outra coisa que me chamou a atenção – não existem aqueles fios de eletrecidade passando pelas ruas e poluindo visualmente as paisagens… os postes são modernos e não se vê nenhuma fiação na rua!

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Detalhe do paisagismo

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Detalhe dos postes de iluminação nas calçadas

Visitei três casas do Veduta Blu – três decoradas que estão a venda. Todas impressionam pela qualidade dos revestimentos e acabamentos, pela iluminação natural e ventilação e pela própria planta. Gente, dá vontade de não sair de lá nunca mais! Sabe aquela sensação boa de férias, de um lugar que transmite uma paz e uma calma, arejado, confortável, super acolhedor?! Dá vontade de ligar para os amigos, reunir todo mundo lá e pronto.

No Veduta Blu existem 70 casas (45 já entregues na primeira fase e 25 que serão entregues até 2020). São 5 modelos de casas entre 215 a 340m2, e entre lofts e casas com pé direito duplo.

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Detalhe area externa

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Admirando a estrutura

Descobri também que todas as casas já são adaptadas para uma eventual instalação de sistema de elevador, atendendo a cadeirantes e pessoas com necessidades especiais.

As casas tem uma vista especial para o Parque da Cidade e a lagoa de Jundiai, e existe ainda um clube com quadra de tênis, piscina aquecida, campo de futebol gramado, jacuzzi, sauna e sala fitness.

Outra casa do Veduta Blu:

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Area externa

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Mais uma opção de planta visitada:

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Area gourmet externa

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Gostei muito do Residencial, se eu morasse em SP, no Brasil, seria um lugar que adoraria morar – é dificil encontrar hoje em dia um local que una qualidade de vida e conforto com segurança, o que na minha opinião o Veduta Residencial fez com muito sucesso. Sem contar que é muito perto de São Paulo e de grandes centros comerciais.

As fotos todas foram tiradas por mim – para maiores informações sobre o Residencial, e acesso à plantas e fotos oficias, entre em contato com a equipe do Veduta, visite o site  e conheça também a rede social da condomínio.

Espero que vocês tenham gostado do condomínio tanto quanto eu.  :)

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Veduta Blu – 3° fase do Veduta Residencial

O Veduta Blu é a 3° fase do Veduta Residencial, empreendimento referência na cidade de Jundiaí e região que estamos mostrando um pouquinho aqui no site. O Veduta Blu é um projeto moderno, com 70 casas personalizadas – 5 projetos, de 215 a 340m².

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Isoladas e com espaço externo amplo, o Veduta Blu tem ainda um clube privativo com piscina, jacuzzi e raia com bordas infinitas, academia, sauna, quadra de tênis e futebol society.

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Segurança e localização privilegiada

O empreendimento é reconhecido como um dos melhores projetos de segurança do estado de São Paulo, ingrediente mais que necessário para qualidade de vida e conforto. Todo perímetro é monitorado com segurança 24 horas!

E toda essa segurança tem endereço privilegiado – em meio a 110.000m² de natureza, em frente ao Parque da Cidade, a 5 minutos do centro e das principais rodovias do estado. Dá para trabalhar em São Paulo (só 30 minutos) ou na região (Congonhas, 40 minutos, Cumbica, 50minutos, Viracopos, 25 minutos) e morar numa cidade que tem aquele aconchego do interior mas a modernidade e a praticidade de uma grande cidade.

Jundiaí foi a 4° colocada no IDH do estado de SP, com desenvolvimento econômico em franco crescimento e melhor polo logístico do Estado. Teve ainda uma valorização imobiliária superior a São Paulo e Campinas.

É por essas e outras que chamo o Veduta de condomínio dos sonhos! 

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Arquitetura moderna

A planta das casas é um show a parte! Com pé direito duplo no living e acabamento com materiais nobres, dá uma olhada nas fotos que separei da arquitetura e interior das casas para vocês:  Veduta Residencial_Veduta_Blu (2)Veduta Residencial_Veduta_Blu (9)Veduta Residencial_Veduta_Blu (1)

E ainda:

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São 5 modelos de casas, a escolha do seu estilo de vida e tamanho da sua família:

Casa A: 4 dormitórios/3 suítes/4 vagas/ 339m²

Casa B: 3 suítes com terraço/6 vagas/310m²

Casa C: 3 suítes/4 vagas/293m²

Casa D: 3 suítes/6 vagas/293m²

Casa E: Gran Studio/ 4 vagas/215m²

Tour Virtual

Quero mostrar para vocês um poquinho mais dessas casas! Nas próximas semanas vou colocando nas nossas redes sociais. Mas enquanto isso, quem quiser fazer um tour virtual pelos imóveis é só clicar aqui Casa E, Casa D, Casa C e Casa B. E seja bem vindo ao Veduta Blu Residencial!    :)

 

Veduta Rossa – arquitetura contemporânea e localização privilegiada

Arquitetura contemporânea, cercada por muito verde, num lugar tranquilo e bem perto de São Paulo – esse é o Veduta Rossa – a segunda fase do Veduta Residencial, entregue no início de 2013, que mostramos um pouquinho por aqui. Hoje vamos conferir mais um pedacinho desse complexo e desse condomínio dos sonhos, com uma arquitetura moderna e urbanismo planejado e diferenciado.

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As casas projetadas em terrenos de 550m2 a 800m2 apresentam jogo de volumetria e mix de materiais como tijolinho, vidro e concreto que encanta qualquer amante do design. São 37 residências, com três opções de projeto (D, E, F) de até 5 suítes. Pé direito duplo, espaços bem iluminados e ventilados, com direito a uma vista linda da Serra do Japi, do Parque da Cidade e do pôr do sol maravilhoso sobre o lago, são umas das características que incluem o Veduta Rossa na categeria de Condomínio dos Sonhos.

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E o Veduta Rossa ainda tem uma área de lazer formada por raia de 25m, piscina infantil, playground e academia completa e, seguindo a tendência de uma arquitetura que se preocupa com o meio ambiente,  tem ponto de energia elétrica na garagem para carro hibrido.

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Toda essa comodidade tem local marcado: dá para chegar em São Paulo em 30 minutinhos pelas melhores rodovias do estado e em menos de 50 minutos é possível chegar em um dos 3 principais aeroportos de São Paulo: Congonhas, Cumbica ou Viracopos.

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Para conhecer mais desse empreendimento, dá para fazer um tour virtual 360° do

Imóvel.

Pronto, já escolheu sua casa?   : )

Casa Cor Brasília 2017 – “Foco no essencial”

A Casa Cor Brasília 2017 está linda! Adoro quando recebo fotos da Casa Cor – seja de que Estado for, a Mostra sempre reúne profissionais super talentosos e que sempre arrasam por aí. O resultado são ambientes inspiradores e que eu adoro compartilhar por aqui e o nosso Insta!

A edição de 2017 ocupa pela terceira vez consecutiva um antigo centro médico do Lago Sul. Com o tema “Foco no essencial”, a Mostra propõe o “design mais perto das pessoas” e traz 44 ambientes decorados em um espaço de  4 mil m², divididos em três pavimentos.

Confira alguns clicks:

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BILHETERIA – Projeto Debaixo do Bloco Arquitetura

3 - BILHETERIA - GALERIA MEIA 1- Debaixo do Bloco Arquitetura - crédito Jomar Bragança (2)_ casa Cor Brasília

Mix de cores e estilo no Recanto na Chapada, que destaca o conceito de morar em um local onde os ambientes são interligados tornando o lar mais dinâmico, vivo, prático e confortável, com uma inspiração Boho Chic e cartela de cores que remete à natureza.

5 - RECANTO NA CHAPADA - Gui Rodrigues - crédito Jomar Bragança (2)_casa_cor_Brasília_Casa_casada

RECANTO NA CHAPADA, por Gui Rodrigues

Cores neutras e revestimentos naturais no Studio Gourmet. Mobiliário assinado por Guilherme Torres e peças das próprias arquitetas, além de obras de arte (quadros e esculturas), têm destaque no projeto.

6 - STUDIO GOURMET – “ORAÇÃO AO TEMPO” - Studio Arch+ - crédito Jomar Bragança (4)_Casa_Cor_Brasilia_Casa_Casada

STUDIO GOURMET – “ORAÇÃO AO TEMPO”, por Studio Arch+ (Juliana Velloso, Laísa Figueiredo, Mariana Aguiar e Renata Vieira)

Cores quentes e vibrantes se misturam aos materiais rústicos das paredes, ao cimento queimado e aos painéis de vidro com textura de mármore de alta tecnologia no Loft Cinex.

8 - LOFT CINEX - Ney Lima - crédito Jomar Bragança_Casa-Cor_Brasília

LOFT CINEX, por Ney Lima

8 - LOFT CINEX - Ney Lima - crédito Jomar Bragança

A Casa na Praia, ambiente de 212m2, ressalta a praticididade, a saúde e o bem estar proporcionados pelo contato com a natureza

42 - CASA NA PRAIA - Beta Pollis e Roberto Pollis - crédito Jomar Bragança (4)

CASA NA PRAIA – Beta Pollis e Roberto Pollis

CASA NA PRAIA - Beta Pollis e Roberto Pollis - crédito Jomar Bragança_Casa_Cor-Brasilia4CASA NA PRAIA - Beta Pollis e Roberto Pollis - crédito Jomar Bragança_Casa_Cor_Brasilia_Casa_Casada

O lavabo Raízes foi inspirado no tema “Foco no Essencial” e exibe a essência do ambiente por meio da eliminação de supérfulos.

36 - LAVABO RAÍZES - Estúdio Orla por Isabella Souza - crédito Jomar Bragança_Casa_Cor_Brasilia

LAVABO RAÍZES – Estúdio Orla por Isabella Souza

O Loft dos Noivos é um espaço contemporâneo, com conforto e funcionalidade, que reúne as necessidades de um jovem casal de noivos, amantes de design e arte. Os arquitetos apostam no minimalismo, seguindo a tendência “menos é mais”.

29 - LOFT DOS NOIVOS - Gabriela Matos, Marcelle de Castro e Vanessa Von Glehn - crédito Jomar Bragança (2)

LOFT DOS NOIVOS – Gabriela Matos, Marcelle de Castro e Vanessa Von Glehn

29 - LOFT DOS NOIVOS - Gabriela Matos, Marcelle de Castro e Vanessa Von Glehn - crédito Jomar Bragança

Predominância do cinza na Suíte do Casal e tons de madeira, traduzindo o estilo minimalista com poucas e boas peças de design selecionadas pelos arquitetos.

26 - SUÍTE DO CASAL - Alessandra Moussa, Cristiane Moussa e Daniela Bakker - crédito Jomar Bragança (2)

SUÍTE DO CASAL – Alessandra Moussa, Cristiane Moussa e Daniela Bakker

26 - SUÍTE DO CASAL - Alessandra Moussa, Cristiane Moussa e Daniela Bakker - crédito Jomar Bragança (3)

SUÍTE DO CASAL – Alessandra Moussa, Cristiane Moussa e Daniela Bakker

Com mobiliário solto, que sugere um layout despojado, o Refúgio da Família tem tons de cinza do chão ao teto, com interferência do azul tiffany nas cortinas e almofadas.

27 - REFÚGIO DA FAMÍLIA - Renata Ciccarini e Vilmara Januzzi - crédito Jomar Bragança (2)

REFÚGIO DA FAMÍLIA – Renata Ciccarini e Vilmara Januzzi

27 - REFÚGIO DA FAMÍLIA - Renata Ciccarini e Vilmara Januzzi - crédito Jomar Bragança

REFÚGIO DA FAMÍLIA – Renata Ciccarini e Vilmara Januzzi

 No Louge da Anfitriã, tramas metálicas delimitam os ambientes sem perder a fluidez entre eles. Outro recurso para demarcar um espaço e torná-lo aconchegante foi a caixa de madeira, com um dos lados em pedra retroiluminada

30 - LOUNGE DA ANFITRIÃ - Marcos Dourado e Patricia Tavares - crédito Jomar Bragança (2)

LOUNGE DA ANFITRIÃ – Marcos Dourado e Patricia Tavares

O ambiente Poesia em Rótulos tem ar contemporâneo e cores neutras. As garrafas são expostas em uma das paredes e envolvem um pilar, apoiadas em tubos em metal gold

31 - POESIA EM RÓTULOS - Traama Arquitetura e Design - crédito Jomar Bragança (2)

POESIA EM RÓTULOS – Traama Arquitetura e Design

Com ar de metrô novaiorquino e laout solto e versátil, a Under Garage Renault tem uma pegada urbana e  tijolos cerâmicos típicos das estações de NY.

12 - UNDER GARAGE RENAULT - Miguel Gustavo - crédito Jomar Bragança (3)

UNDER GARAGE RENAULT – Miguel Gustavo

No Espaço do Chef o porcelanato com textura de concreto é responsável pela atmosfera urbana e garante funcionalidade a ambiente de alto fluxo de pessoas.

13 - ESPAÇO DO CHEF - SÃO GERALDO - Dora Lettieri e Giovanini Lettieri - crédito Jomar Bragança

ESPAÇO DO CHEF – SÃO GERALDO – Dora Lettieri e Giovanini Lettieri

No Mundo de Sofia, uma ambientação monocromática que passeia pelo clássico e pelo provençal com piso em pedra, com toque natural, e  mobiliário de madeira maciça entalhado à mão por artesão.

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O Mundo de Sofia – Carol Montiel e Raphaell Cruz

No Espaço de Convivência a proposta é retorno ao essencial, com referência às construções da Grécia, da Toscana e das Savanas. O clima relaxante e sustentável vem da mistura de cores claras com acabamentos rústicos, e preferência pelos materiais naturais.

7 - ESPAÇO DE CONVIVÊNCIA - SÓ REPAROS - Angela Castilho Arquitetura e Interiores - crédito Jomar Bragança

ESPAÇO DE CONVIVÊNCIA – SÓ REPAROS – Angela Castilho e Alex Rodrigues

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Confira os ambientes completos na page da Casa Cor. Tudo tão lindo não é?

Espero que tenham gostado do nosso pequeno tour virtual por alguns ambientes da Mostra. :)

Créditos fotos: Jomar Bragança